quarta-feira, 11 de novembro de 2009

A falta

Um apanhado de duvidas e conclusões infundadas.
Medo e realidade misturados no pensamento aflito,
Onde se perde o limite do delírio e vida.
Seu pulso sempre firme, e inconstante...
Se limita ao sangue que flui quente, quase sem razão
Dentro do corpo.
A vida já não faz o necessário sentido,
Aos que não podem enxergar
Essa atmosfera florida e abstrata que envolve os corpos
Quase mágica.
Não! Já não enxerga
Porque não há razão pela qual o faça.
Ser humano vil, sem rumo e necessidades...
Se afoga na sua devassidão de pensamentos inúteis.
E ali finda a historia que ninguém lê.
Ninguém quer ler.
Camila Vasconcelos

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