quinta-feira, 12 de novembro de 2009

A morte

A luz da trama,
A força do drama
E a voz de quem clama.
A dor ecoa...
Demonstra o tão inevitável
Como irreversível fim.
No peito sufoca
Nos leva a gloria,
A história e a vitória.
Nos deixa pedaços
Espalhados no peito.
Mistos de lembranças
E a dor da repentina
E soberana ausência,
Consigo trás também
A impotência...
O silêncio que cala,
A dor que grita muda
E faz transbordar nos olhos
O símbolo fúnebre
E involuntário do
Roteiro da vida.
Cai a lágrima e o cinza prevalece...
A VIDA se foi!




Camila Vasconcelos

2 comentários:

  1. Lendo isso você me fez lembrar algo como os ultra romanticos brasileiros, tipo álvares de Azevedo...mal do século e blá blá blá. Engraçado isso!

    ResponderExcluir
  2. Vo encarar isso como algo bom querida

    ;) hahaha

    ResponderExcluir